Vivemos um momento que merece um alerta por parte da comunidade médica e dos demais profissionais de Saúde. Doenças já consideradas erradicadas ou sob controle ameaçam novamente a população, deixando vulneráveis principalmente as crianças, que podem ter a vida colocada em risco ou serem sentenciadas a conviver com graves sequelas, devido à desinformação de famílias que, equivocadamente, têm aderido ao chamado “movimento antivacinas”.